domingo, 19 de maio de 2019

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Hino Oficial da Campanha da Fraternidade 2019 - Edições CNBB

CNBB ESCOLHE HINO FRATERNIDADE ANO 2019



Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta a Campanha da Fraternidade (CF) como caminho de conversão quaresmal. Fraternidade e Políticas Públicas é o tema da Campanha para 2019. O profeta Isaías inspira o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).
Ficha técnica: Música: Cireneu Kuhn, SVD/ Letra: João Edebrando Roath Machado/ Realização: Edições CNBB e Paulus Editora/ Diretor Geral: Mons. Jamil Alves de Souza (Edições CNBB) e Pe. Claudiano Avelino dos Santos (Paulus)/ Assessor Setor de Música Litúrgica – CNBB: Ir. Fernando B. Vieira, SJ/ Direção Musical e Regência do Coro: Frei Telles Ramon, O. de M./ Arranjos (piano e teclados): Luiz Antônio Karam/ Órgão: Delphin Rezende Porto Júnior/ Violões e guitarra: Bruno Boss/ Coro: Andreia Zanardi, Bruna Trajado, Tony Silva e Frei Telles Ramon/ Gravação, edição, mixagem e masterização: Estúdio FBA Music – Mauá/SP, por Bruno Boss

Edições CNBB


Confira a letra do hino da CF 2019

“Eis que o Senhor fez conhecer a salvação
E revelou sua justiça às nações”.
Que, neste tempo quaresmal, nossa oração
Transforme a vida, nossos atos e ações.
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REF: Pelo direito e a Justiça libertados,
Povos, nações de tantas raças e culturas.
Por tua graça, ó Senhor, ressuscitados,
Somos em Cristo, hoje, novas criaturas.
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Foi no deserto que Jesus nos ensinou
A superar toda ganância e tentação.
Arrependei-vos, eis que o tempo já chegou.
Tempo de Paz, Justiça e reconciliação.
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Em Jesus Cristo uma nova aliança
Quis o Senhor com o seu povo instaurar.
Um novo reino de justiça e esperança,
Fraternidade, onde todos têm lugar.
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Ser um profeta na atual sociedade,
Da ação política, com fé, participar
É o dom de Deus que faz, do amor, fraternidade,
E bem comum faz bem de todos se tornar!


Vem que eu mostrarei │ Aleluia




CORAL MENINO JESUS

Música: Waldeci Farias + Gabriela Rocha
Arranjo: Igor Picchi Toledo
Solistas: Edu Martins / Isabela Gandini Pereira


BOX 35 ANOS CORAL MENINO JESUS
Projeto Beneficente totalmente em prol da Paróquia Senhor Bom Jesus-Matão, sem fins lucrativos para o coral.
No Box comemorativo pelos 35 anos do Coral, além de várias músicas, também contém uma faixa instrumental exclusiva e vários depoimentos emocionantes.

*** Para realizar a sua doação e ganhar de Brinde o nosso Box, é só entrar em contato através do email: marisapicchi@process.com.br

ou através do facebook do coral:
https://www.facebook.com/marisacoral.meninojesus

No dia 05 de maio de 2018, o nosso coral completou 35 anos. Foram 35 anos louvando a Deus com nossas canções.
E para comemorar essa data tão especial, fizemos com todo o coração, um lindo Box, que contém DVD e CD para você curtir!


FICHA TÉCNICA:
Produção Musical e Arranjos: Igor Picchi Toledo
Direção Geral e Artística: Igor Picchi Toledo
Direção Administrativa e Produção Executiva: Marisa Picchi Toledo
Produção Filmagem: Rectrato Digital
Produção Equipe de Filmagem: Célio Cesar de Oliveira
Projeto Gráfico e Diagramação: Bruno Picchi Toledo
Fotografia: Bruno Toledo Fotografia
Assistente de Fotografia: Rodolpho Mortari
Assistente de TP: Lucas Diniz Fecchio
Assistente de Produção: Edevande Aparecido Toledo
Maquiagem: Make Up Studio by Fernanda Colombo
Locação de Som: Dicksom Entretenimento Matão
Locação de Luz: Doy Timbres e Cores
Projeto de Iluminação: Jackson Douglas Ap. Bernardo
Engenheiro de Gravação: Sandro Resende
Engenheiro de Monitor: Igor Picchi Toledo
Gravado A0 VIVO na: Igreja Matriz – Paróquia Senhor Bom Jesus – Matão/SP
Edição de Audio: Igor Picchi Toledo
Mixado por: Sandro Resende e Igor Picchi Toledo nos estúdios Finalize Audio Mastering
Masterizado por: Sandro Resende nos estúdios Finalize Audio Mastering
Gravação de som adicional por: Igor Picchi Toledo


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

SE SOMOS CRISTÃOS: NÃO DEVEMOS ACREDITAR EM CRENDICES

                           Servo de Deus Ângelo Angioni                        

Vou contar uma piadinha que o Monsenhor Ângelo Angioni ainda vivo e saudável  me contou para ilustrar bem algumas crendices: 
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“Um fazendeiro foi a uma cartomante ver a sua sorte, e ela lhe disse que uma vaca o mataria. Ele acreditou e com muito medo, vendeu a fazenda e foi embora para São Paulo, imaginou que por lá nenhuma vaca o pegaria. Entretanto um dia passeando por um viaduto um vendedor de bilhetes aproximou e gritou alto “a vaca”, o homem se assustou e caiu lá embaixo e morreu”.
Era apenas o bilhete de loteria da vaca, mas ele acreditou numa mentira. 

Uma coisa é certa, quando os problemas vêm com peso e a Deus que recorremos.

Rivaldo R. Ribeiro


terça-feira, 1 de janeiro de 2019

SANTA MARIA MÃE DE DEUS

    Clique na imagem para ampliar

LUCAS 2: 16-21
16.Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. 
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17.Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino.
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18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores.
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19.Maria conservava todas essas palavras, meditando-as no seu coração.
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20.Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.
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21.Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno. 



quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O MILAGRE DE GUADALUPE: DESAFIO A CIÊNCIA

Os mistérios de Nossa Senhora de Guadalupe


Juan Diego tinha pedido um sinal para Nossa Senhora, de modo que o bispo pudesse acreditar no que dizia: “Está bem, meu filhinho, voltarás aqui amanhã para levares ao bispo o sinal que te pediu”.
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No dia seguinte, no entanto, o tio de Juan Diego, chamado Juan Bernardino adoeceu e ficou muito mal. Ele pediu a Juan Diego que procurasse um sacerdote que viesse confessá-lo e prepará-lo para uma boa morte.
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Chegando à colina onde Nossa Senhora aparecia, Juan Diego a contornou para que Ela não o detivesse. Sem sucesso, pois Ela o observava lá do alto e desceu para conversar. O índio explicou-Lhe que o tio estava morrendo.
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“Não te aflija ou te perturbe a doença do teu tio, porque dela não morrerá por agora”.
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E imediatamente, naquele mesmo momento, o tio de Juan Diego ficou curado, como depois se soube.
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A Rainha do Céu mandou-o então subir até o topo da colina, no lugar onde a vira das outras vezes. Lá encontraria flores variadas, devendo cortá-las, reuni-las e trazê-las até Ela.
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Chegando ao topo, ficou muito admirado ao ver quantas flores havia, lindas, abertas as corolas, as mais variadas e formosas, quando ainda não era tempo delas, pois era a estação em que o frio aumentava. Exalavam um odor suave. Cortou-as, colocou-as em seu poncho e desceu.
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A Menina Celestial as pegou em suas veneráveis mãos e depois as colocou de volta no manto do índio, e enviou-o para que as mostrasse ao bispo. No caminho, desfrutava do aroma das flores.
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Quando chegou ao palácio do bispo, foram ao seu encontro o porteiro e os outros servidores. Suplicou-lhes para que o deixassem entrar, mas em vão. Ficou esperando muitíssimo tempo, até que viram que ele permanecia ali, de pé, cabisbaixo, sem fazer nada, esperando ser chamado. Perceberam que ele trazia alguma coisa. Então, aproximaram-se e foram satisfazer a curiosidade. Juan Diego viu que de nenhuma maneira poderia ocultar-lhes o que trazia e que estavam dispostos a machucá-lo, que o empurrariam ou até lhe bateriam com paus. Por isso, mostrou-lhes um pouquinho as flores.
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E quando os servidores viram que se tratava de flores finas e variadas, admiraram-se, pois não era tempo delas. O frescor, as corolas abertas, o perfume agradável, e como eram bonitas! Quiseram pegar e tirar algumas: três vezes aconteceu que tentaram pegá-las, mas não conseguiram de forma alguma, porque, ao tentarem, já não conseguiam ver as flores, mas viam-nas como que pintadas, bordadas ou cosidas no manto. Perplexos, foram correndo avisar ao bispo.
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Diante do bispo estendeu o seu branco poncho, em cujo vão colocara as flores, e eis que surge a imagem da Perfeita Virgem Santa Maria de Guadalupe, Mãe de Deus, na forma e figura como a conhecemos.
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Não bastassem esses fatos extraordinários ligados à aparição, mais alguns ficaram sem explicação:
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- Em 1785 fabricaram-se diversas cópias idênticas do manto de Juan Diego, com uma reprodução da imagem pintada sobre elas, para estudar os efeitos da passagem do tempo no tecido e nas figuras. Um desses ponchos, protegido por dois vidros, foi colocado na capela de El Pozito, em 12 de setembro de 1789. Seis anos e meio depois, porém, foi necessário retirá-lo do altar em que estava, tal era o grau de deterioração da pintura. Poucos anos depois, o próprio tecido se desfez totalmente. Sabe-se hoje, que os tecidos da fibra de agave, planta de que foi feito o manto, mesmo os mais bem trabalhados, dificilmente perduram por mais de 20 anos. O de Juan Diego, porém, tem quase 500! E nesse meio tempo, encontrou-se exposto a condições extremamente desfavoráveis: durante mais de um século não teve proteção alguma, até que em 1647 chegou da Espanha o primeiro vidro. O ambiente da velha igreja era úmido e ela era rodeada por lagunas salobras. Mais de 60 lâmpadas de óleo ardiam dia e noite perto da imagem, desprendendo um fumo negro e pegajoso, do qual não se nota sinais no manto.
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- Em 1791, um ourives que fora encarregado de limpar a moldura da imagem, derramou ácido nítrico sobre a tela. De acordo com os testes químicos realizados posteriormente, o ácido nítrico deveria ter corroído as fibras do local atingido. Mas nada aconteceu. Ficaram apenas umas manchas amareladas, que vêm desaparecendo com o tempo.
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- Em 14 de dezembro de 1921, num momento em que a basílica estava vazia, Luciano Perez, um operário da construção civil, entrou na igreja trazendo, com muita dificuldade, um descomunal ramalhete de flores. Na verdade, continha uma carga de dinamite escondida. Subiu os degraus do altar e depositou a oferenda aos pés da Virgem. Retirou-se imediatamente, e pouco depois a bomba explodiu. O mármore dos degraus do altar ficou reduzido a cacos, os candelabros e objetos de metal retorceram-se como se fossem cera, todos os vidros da igreja e os dos prédios vizinhos ficaram estilhaçados com a violência da explosão, mas o vidro que protegia a imagem não chegou a apresentar sequer um arranhão.
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- O químico austríaco Richard Kuhn, ganhador do Prêmio Nobel, em 1938, disse textualmente: “Não se entende de que modo a imagem foi pintada: nas fibras não existem corantes vegetais, nem animais, nem minerais e muito menos sintéticos.”
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- Em 1979, os pesquisadores Phillip S. Callahan, da NASA, e Jody Brant Smith, catedrático de Filosofia da Ciência no Pensacola College, descobriram que não houve tratamento algum nem preparação prévia da tela em que foi pintada a imagem, fato que torna incompreensível não só a duração da imagem, como o modo pelo qual foi possível fixá-la sobre o pano. Mais: a imagem não apresenta desenhos de fundo, esboços ou retificações. E ainda: não há pinceladas, pois a imagem formou-se, embora pareça impossível, como se fosse uma fotografia da Virgem, e a tela fez as vezes do papel fotográfico. Ou seja, não há esboços, não há modificações, não se usaram pincéis.
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OS OLHOS DA VIRGEM
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Os olhos da Virgem merecem um capítulo à parte de tão extraordinários. Em 1926, o fotógrafo Alfonso Marcué, trabalhando sobre umas fotografias que fizera da imagem, descobriu a existência de uma figura no olho direito. Tempos depois, o pintor e fotógrafo José Carlos Salinas, aparentemente sem ter notícias da descoberta de Marcué, fez a mesma constatação. Tratava-se de uma figura humana masculina, da qual se viam a cabeça, o ombro, uma mão roçando a barba, e o rosto, cuja expressão denotava assombro e concentração.
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Tornada pública a descoberta, diversos especialistas em oftalmologia, incluídos os médicos Torroella, Ugalde e Palacios, passaram a pesquisar o assunto, e começaram a fazer novas comprovações que raiavam o inverossímil. Atestaram, com toda nitidez e sem a necessidade de nenhum instrumento ótico, a figura de um busto de homem simetricamente colocado em ambos os olhos e que corresponde ao reflexo corneal, de acordo com as leis da física.
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Quando se aplicavam os aparelhos óticos aos olhos da imagem, estes pareciam ganhar brilho e profundidade, como se fossem os olhos de uma pessoa viva, e além disso obedeciam a todas e a cada uma das leis da física ocular, como por exemplo as de Purkinje-Samson.
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Os oftalmologistas Purkinje, polonês, e Samson, francês, descobriram independentemente um do outro que no olho humano se formam três reflexos de qualquer objeto enfocado pela pessoa: um na superfície da córnea, direto e brilhante, outro, que se vê num plano mais profundo, na superfície anterior do cristalino, também direto, mas menos brilhante, e o terceiro, formado na superfície posterior ao cristalino, invertido, menor e com uma profundidade e um brilho intermédios entre os dois primeiros.
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A dificuldade de reproduzir pictoricamente esses três reflexos é enorme. Em primeiro lugar, o olho pintado teria que ter uma profundidade e um grau de luminosidade quase reais. Além disso, a curvatura da córnea e do cristalino produzem uma deformação do objeto refletido. Finalmente a posição das imagens depende do ângulo de entrada da luz no olho: se a fonte luminosa sobe, o primeiro e o segundo reflexos sobem também, mas o terceiro, o invertido, desce. Se a fonte de luz é deslocada para a direita, esta última imagem desloca-se para a esquerda e as outras duas para a direita, e assim por diante.
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O “homem com barba” aparece, portanto, três vezes nos olhos da Virgem, seguindo rigorosamente as leis de Purkinje-Samson. Uma imagem de quatro milímetros de altura por um de largura, direta e brilhante, parece sair da tela. Uma segunda, de igual tamanho, mais profunda e menos brilhante, pode ser observada perfeitamente no interior do olho. E uma terceira, que mal chega a um milímetro de tamanho, está situada a meio caminho entre as outras duas, tem brilho intermédio e está invertida e deslocada para a esquerda...
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Depois dessa descoberta, a hierarquia local encomendou um relatório completo a um dos mais competentes oftalmologistas da América Central, o Dr. Torija Lavoignet. A síntese de suas conclusões foram as seguintes:
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- Pode-se observar a olho nu e com bastante nitidez o reflexo de um busto humano no olho direito da imagem original guadalupana. No olho esquerdo, vê-se a mesma imagem, na distância e com a distorção correspondentes às leis da física ótica.
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- O reflexo deste busto humano situa-se na superfície da córnea, e é impossível obter-se semelhante reflexo numa superfície plana e opaca como é a tela examinada.
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- A distorção do busto corresponde à curvatura normal da córnea, e o seu reflexo se destaca por sobre toda a íris como se se tratasse de um olho vivo.
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- Além deste reflexo, observam-se outras duas imagens desse mesmo busto que correspondem às três imagens de Purkinje-Samson. Nessas imagens, o ombro e o braço da figura refletida ultrapassam o círculo da pupila, causando um efeito estereoscópico igual ao que se observa num olho humano vivo.
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- Ao ser iluminada, a íris torna-se brilhante e os reflexos luminosos contrastam com maior clareza, fenômeno que se pode perceber sem necessidade de aparelhos, e que induzem o observador a pensar que se trata de um olho humano “in vivo”.
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Por fim, no estudo mais recente sobre os olhos da Virgem de Guadalupe, em 1981, o engenheiro de sistemas Aste Tonsman conseguiu reproduzir “o que a imagem viu”:
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- No olho esquerdo, na parte mais afastada do nariz, identificou a figura de um índio seminu, visível de corpo inteiro, acocorado no chão e de mãos postas, olhando assombrado para outro índio que solta a parte de baixo de seu poncho.
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- Um ancião, que está olhando para baixo, com o que parece uma grossa lágrima correndo dos olhos até a linha dos lábios. A semelhança com o primeiro bispo do México, Juan de Zumárraga, é extraordinária, segundo o retrato que dele temos num quadro de Miguel Cabrera, possivelmente feito a partir de alguma pintura contemporânea da aparição.
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- Imediatamente à esquerda do ancião, a figura de uma pessoa muito jovem, talvez o frade Juan Gonzáles, tradutor do bispo.
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- À esquerda do tradutor e bem em frente do bispo e do índio seminu, o outro índio, de idade madura (Juan Diego tinha 57 anos no tempo da aparição), trazendo o “sombrero” típico e abrindo o seu poncho.
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- A figura de uma mulher negra, que olha a cena por cima dos ombros de Juan Diego. Efetivamente, o testamento do bispo Zumárraga declara explicitamente: “Dou alforria e faço livre de toda a servidão, Maria, negra, e Pedro, negro, seu marido, escravos que estão nesta casa, para que tais pessoas livres possam dispor de si no que quiserem”.
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- Por fim, o homem de barba, visível com maior nitidez no olho direito, e que parece corresponder a um sacerdote espanhol, com o polegar direito metido na barba e que olha com assombro e concentração o poncho do índio.
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Tonsman concluiu o seguinte: “Mesmo com a atual tecnologia, seria praticamente impossível pintar tantas imagens, e com detalhes tão minuciosos, como as que se descobriram nas córneas dos olhos da Virgem. Recordemos que o diâmetro dessas córneas é de apenas 7 ou 8 milímetros, e é preciso enfatizar a rudeza do material em que estão impressas. Dada a impossibilidade de explicar por meios naturais a gravação das imagens encontradas, a hipótese que apresentamos a seguir trata de justificar a presença de todos esses personagens, aceitando como um fato sobrenatural (milagroso) a estampagem da imagem da Virgem de Guadalupe. Embora essa hipótese não possa ser comprovada por meios científicos, permitiria explicar por que essas pessoas aparecem nos lugares em que estão, e ajudaria a lançar luzes sobre a cena do milagre a partir do conjunto que se parece poder observar na córnea”.
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Eis a hipótese por ele formulada:
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- Que diversas pessoas estavam presentes na cena do milagre, coisa que concorda com relatos da época, pois quando os empregados perceberam algo extraordinário no poncho de Juan Diego, foram avisar ao bispo e entraram junto com o asteca , o que explica a presença do índio seminu, da negra e do tradutor.
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- Que, também de acordo com o relato original, a gravação da imagem se produziu no instante em que o índio deixou cair as flores diante do bispo.
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- Que a aparição não se deu diretamente, como uma pintura, sobre o poncho, mas que a Virgem apareceu “fora” dele, podendo assim acontecer que todos os presentes ficassem refletidos na córnea de seu olho. A imagem do poncho seria, neste caso, como que o reflexo num espelho dessa aparição da Virgem.
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Fonte: O mistério de Guadalupe, de Francisco Ansón, Editora Quadrante.


sábado, 8 de dezembro de 2018

MARIA PORTA A COROA REAL DE PORTUGAL


Maria porta a coroa real de Portugal há mais de três séculos
Portugal está sob o patrocínio da Virgem Maria desde a Idade Média. Em primeiro de dezembro de 1640, após 60 anos de união com a Espanha, os portugueses reconquistam a sua independência.
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Seis anos mais tarde, o novo rei D. João IV (João IV de Portugal) coloca o país sob a proteção da Imaculada Conceição. Na igreja de Vila Viçosa, onde se encontra o palácio da família real, o rei laureia Nossa Senhora da Conceição, cingindo-lhe a testa com a coroa real, proclamando-a Rainha e Padroeira de Portugal.
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Daí em diante, os reis de Portugal nunca mais portarão a coroa sobre suas cabeças. 
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Ainda hoje, o dia 8 de dezembro, em Portugal, é feriado e os católicos portugueses celebram Aquela que é rainha, patrona e protetora de seu país.

Fonte: Nossa Rainha da Paz (Facebook)



Consagração à Nossa Senhora



Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço inteiramente, todo a vós
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração
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Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me
Como coisa e propriedade vossa, Amém
Como coisa e propriedade vossa, Amém
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Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço inteiramente, todo a vós
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração
.
Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me
Como coisa e propriedade vossa, Amém
Como coisa e propriedade vossa, Amém
.
Ave Maria!

08/12 - Imaculada Conceição de Maria - Padroeira e Rainha da Ordem Franciscana


Estamos diante de um mistério. Ou seja: diante de um fato que nossa inteligência, por ser conhecidamente limitada, não consegue abranger nem explicar por inteiro. O mistério não contradiz a razão humana, mas a excede.

O privilégio da Imaculada Conceição não se refere ao fato de Maria de Nazaré ter sido virgem antes, durante e depois do parto de Jesus. Não se refere ao fato de ter ela concebido o filho sem o concurso de homem, mas por obra e graça do Espírito Santo. Não se refere ao fato de Maria não ter cometido nenhum dos pecados que nós costumamos fazer, confessar e nos esforçamos por evitar. Refere-se ao fato de Deus havê-la preservado da mancha com que todas as criaturas humanas nascem, mancha herdada do pecado cometido por Adão e Eva. A teologia chama esta mancha de “pecado original”. Original, não porque nascemos como fruto de um ato sexual. Mas original, porque se refere à origem de toda a humanidade, ou seja, aos nossos primeiros pais, que a Bíblia chama de Adão e Eva.

A Sagrada Escritura ensina-nos que Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança. Não o fez por necessidade, mas num gratuito gesto de amor. Criado por amor, o ser humano estava destinado a uma plena e eterna comunhão com Deus. Comunhão tão íntima e divina, que o próprio Filho de Deus dela poderia participar sem nenhuma diminuição de sua divindade.

Ora, para o Filho de Deus encarnar-se, Deus havia escolhido desde sempre uma mulher e a havia imaginado santíssima, ou seja, adornada com todas as qualidades e belezas do próprio Deus. Para Deus, imaginação e criação é a mesma coisa.

Aconteceu, no entanto, o grande transtorno: nossos primeiros pais, apesar de feitos à imagem e semelhança de Deus, eram criaturas e como criaturas dependiam do Criador. Sua liberdade era a plenitude da liberdade como criaturas. Adão e Eva pecaram, querendo passar da liberdade e santidade de criaturas à liberdade e santidade do Criador, ou seja, quiseram igualar-se a Deus. Pecado de orgulho. Um pecado de desobediência à condição de criaturas, querendo a condição do Criador. Eles quiseram “ser como Deus” (Gn 3,5). Eles quiseram comportar-se como Deus e não como criaturas de Deus.

A Sagrada Escritura fala das conseqüências dramáticas dessa prepotência dos nossos primeiros pais: embora mantendo a dignidade de imagem e semelhança de Deus, perderam, como diz São Paulo “a graça da santidade original” (Rm 3,23), passaram a ter medo de Deus, perderam o equilíbrio de criaturas, ou seja, foram tomados pelas más inclinações e passaram a sentir em sua consciência a desarmonia e a tensão entre o bem e o mal e a experiência da terrível necessidade de optar entre um e outro, e “a morte entrou na história da humanidade” (Rm 5,12).

Ora, os planos de Deus, ainda que as criaturas os desviem ou quebrem ou não os queiram, acabam se realizando.

Aquela mulher imaginada (criada) por Deus antes do paraíso terrestre, para ser a Mãe do Filho em carne humana, estava isenta do pecado de Adão e Eva. Há, porém, uma verdade de fé professada pela Igreja, que ensina que todas as criaturas humanas são redimidas, sem exceção, exclusivamente pelos méritos de Jesus Cristo. Ora, Maria é uma criatura e não uma deusa. Por isso, também ela deveria ter sido redimida por Jesus.

Os teólogos discutiram durante séculos sobre como Maria poderia ter sido remida. Nunca, nenhum santo Padre duvidou da santidade de Maria, de sua vida puríssima, de seu coração inteiramente voltado para Deus, ou seja, de ser uma mulher “cheia de graça” (Lc 1,28). Mas, ainda que a pudessem imaginar imaculada, havia teólogos que não conseguiam argumentos teológicos suficientes para crê-la isenta do pecado original. Um deles, por exemplo, foi São Bernardo, autor de belíssimos textos sobre Nossa Senhora, insuperável na descrição da maternidade divina de Maria.

Entre os teólogos favoráveis à imaculada conceição de Maria devemos mencionar o Bem-aventurado Duns Scotus, que argumentava assim: Deus podia criá-la sem mancha, porque a Deus nada é impossível (Lc 1,37); convinha que Deus a criasse sem mancha, porque ela estava predestinada a ser a Mãe do Filho de Deus e, portanto, ter todas as qualidades que não obnubilassem o filho; se Deus podia, se convinha, Deus a criou isenta do pecado original, ou seja, imaculada antes, durante e depois de sua conceição no seio de sua mãe.

Em 1615 encontramos o povo de Sevilha, na Espanha, cantando pelas ruas alguns versos, derivados do argumento de Duns Scotus: “Quis e não pôde? Não é Deus / Pôde e não quis? Não é Filho. / Digam, pois, que pôde e quis”.

Também os artistas entraram na procissão dos que louvavam e difundiam a devoção à Imaculada. Nenhum foi tão feliz quanto o espanhol Murillo, falecido em 1682. A ele se atribuem 41 diferentes quadros da Imaculada, inconfundíveis, sempre a Virgem em atitude de assunta, cercada de anjos, a meia lua sob os pés, lembrando de perto a mulher descrita pelo Apocalipse: “revestida de sol, com a lua debaixo dos pés” (Ap 12,1). A lua, por variar tanto, é símbolo da instabilidade humana e das coisas passageiras. Maria foi sempre a mesma, sem nenhum pecado.

“No entanto, escreve o Santo Padre Pio IX, era absolutamente justo que, como tinha um Pai no céu, que os Serafins exaltam como três vezes santo, o Unigênito tivesse também uma Mãe na terra, em quem jamais faltasse o esplendor da santidade. Com efeito, essa doutrina se apossou de tal forma dos corações e da inteligência dos nossos antepassados, que deles se fez ouvir uma singular e maravilhosa linguagem. Muitas vezes se dirigiram à Mãe de Deus como a toda santa, a inocentíssima, a mais pura, santa e alheia a toda mancha de pecado, … mais formosa que a beleza, mais amável que o encanto, mais santa que a santidade, … a sede única das graças do Santíssimo Espírito, sendo, à exceção de Deus, a mais excelente de todos os homens, por natureza, e até mesmo mais que os próprios querubins e serafins. E para a decantarem os céus e a terra não acham palavras que lhes bastem” (Ineffabilis Dei, 31).

No dia 8 de dezembro de 1854, o bem-aventurado Papa Pio IX declarou verdade de fé a conceição imaculada de Maria. O dogma soa assim: “Pela inspiração do Espírito Santo Paráclito, para honra da santa e indivisa Trindade, para glória e adorno da Virgem Mãe de Deus, para exaltação da fé católica e para a propagação da religião católica, com a autoridade de Jesus Cristo, Senhor nosso, dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, e nossa, declaramos, promulgamos e definimos que a Bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, foi preservada de toda mancha de pecado original, por singular graça e privilégio do Deus Onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador dos homens, e que esta doutrina está contida na Revelação Divina, devendo, portanto, ser crida firme e para sempre por todos os fiéis” (Ineffabilis Dei, 42).

Mas a devoção à Imaculada é muito antiga. Basta lembrar que a festa é conhecida já no século VIII. Desde 1263, a Ordem Franciscana celebrou com muita solenidade a Imaculada Conceição, no dia 8 de dezembro de cada ano e costumava cantar a Missa em sua honra aos sábados. Em 1476, o Papa Xisto IV colocou a festa no calendário litúrgico da Igreja. Em 1484, Santa Beatriz da Silva, filha de pais portugueses, fundou uma Ordem contemplativa de mulheres, conhecidas como Irmãs Concepcionistas, para venerar especialmente e difundir o privilégio mariano da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus.

Desde a proclamação do dogma, a festa da Imaculada Conceição passou a ser dia santo de preceito.
Em Roma, na Praça Espanha, para perenizar publicamente a declaração do dogma, levantou-se uma belíssima e trabalhada coluna encimada pela estátua da Imaculada Conceição. Todos os anos, no dia 8 de dezembro à tarde, o Papa costuma ir à Praça e com o povo romano e os peregrinos reverenciar o privilégio da imaculada conceição da santíssima Virgem, privilégio que deriva de seu título maior: ser a Mãe do Filho de Deus Salvador.

Nem quatro anos depois de proclamado o dogma, em Lourdes, na França, à menina Bernardete, simples e analfabeta, que perguntava insistentemente à visão quem era ela, recebeu como resposta, cercada de terníssimo sorriso: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Não podemos esquecer que a estátua de Nossa Senhora Aparecida é uma Imaculada Conceição e por isso mesmo seu título oficial é Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Como é bonito, piedoso e comovente escutar o povo brasileiro cantando uníssono: Viva a Mãe de Deus e nossa / sem pecado concebida! / salve, Virgem Imaculada, / ó Senhora Aparecida!

Frei Clarêncio Neotti, OFM

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

ENTOAI SALMOS / SALMO 24



Diariamente, dom João Justino apresenta uma reflexão sobre um Salmo, contextualizando-o para a vida cotidiana.
O programa é produzido pela Paróquia Nossa Senhora Rainha e transmitido pela TV Horizonte, de segunda a domingo, às 5h45. Terça e quinta-feira, às 00h45. Reprises: segunda a sexta-feira, às 11h45 e 18h45 | Sábado e domingo: 17h45

Arquidiocese de Belo Horizonte

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

MÃE MARIA: O VALOR DOS HUMILDES DIANTE DE DEUS



LUCAS 10, 21-24

"21.Naquela mesma hora, Jesus exultou de alegria no Espírito Santo e disse: “Pai, Senhor do céu e da terra, eu te dou graças porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, bendigo-te porque assim foi do teu agrado. 22.Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.* 
23.E voltou-se para os seus discípulos e disse: “Ditosos os olhos que veem o que vós vedes, 24.pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram”. (= Mt 22,34-40 = Mc 12,28-34) "

Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.




segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

SERVO DE DEUS ÂNGELO ANGIONI: PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA José Bonifácio SP



Templo Católico onde está abrigado os restos mortais do SERVO DE DEUS ÂNGELO ANGIONI.
Todo dia 15 de cada mês a comunidade católica da pequena cidade do Noroeste Paulista José Bonifácio-SP relembra o dia da sua morte física.
“Monsenhor Ângelo Angioni, faleceu no dia 15 de setembro de 2008 (5:30 H), era italiano da Sardenha-Itália, onde nasceu aos 14 de janeiro de 1915. Foi ordenado Sacerdote aos 31 de julho de 1938. Vindo para o Brasil em 1951, e como Pároco da Paróquia de São João Batista em José Bonifácio-SP onde completou sua missão sacerdotal de 70 anos a serviço de Deus.”

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Santa Catarina Labouré


Origem: https://www.acidigital.com/

Em 28 de novembro, a Igreja celebra Santa Catarina Labouré, vidente da Medalha Milagrosa, a quem a Virgem disse: “Deus quer te confiar uma missão; te custará trabalho, mas vencerás se pensar que o fará para a glória de Deus”.
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Santa Catarina Labouré nasceu na França em 1806, em uma família camponesa. Ficou órfã de mãe aos nove anos e pediu à Virgem que fosse sua mãe. Sua irmã foi admitida como religiosa vicentina e Catarina teve que se ocupar das tarefas do lar e, por isso, não pôde aprender a ler nem escrever.
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Mais tarde, pediu ao seu pai que permitisse que ela se tornasse religiosa em um convento, mas ele negou. Então, pedia ao Senhor que lhe concedesse este desejo. Tempos depois, viu em sonhos um sacerdote idoso que lhe disse: “um dia irá me ajudar a cuidar dos enfermos”.
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Aos 24 anos, visitou sua irmã religiosa e, no convento, viu a imagem de São Vicente de Paulo e percebeu que ele era o sacerdote que viu em seus sonhos. Desde então, propôs-se a ser religiosa vicentina e não se deteve até ser aceita na comunidade.
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Foi enviada a Paris, onde realizou os ofícios mais humildes e esteve cuidou dos idosos da enfermaria. Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Maria apareceu a ela na capela do convento e lhe pediu que cunhasse a Medalha de acordo com o que estava vendo na aparição.
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Com o tempo e diante da intercessão do confessor da Santa, o Arcebispo de Paris permitiu que se fabricasse a medalha e começaram os milagres, tal como a Virgem havia prometido.
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Com a morte de seu confessor, que sabia tudo sobre as aparições, substituiu-o outro que, ao escutar os fatos extraordinários, não a compreendeu. Enquanto isso, Santa Catarina guardava em segredo sua história com a Virgem até que lhe renovaram o confessor.
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A Santa sabia que se aproximava o tempo de partir e, depois de pedir o conselho à Virgem, confiou seu segredo à superiora, que conseguiu que fosse erguida no altar uma estátua que perpetuasse a recordação das aparições.
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Partiu para a Casa do Pai aos 70 anos, em 31 de dezembro de 1876. Quando abriram a sua sepultura, 56 anos depois, para o reconhecimento oficial de suas relíquias, encontraram seu corpo incorrupto. Foi beatificada por Pio XI, em 1933, e canonizada por Pio XII, em 1947.


7 detalhes do significado da Medalha Milagrosa que você precisa conhecer: 


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A Virgem da Medalha Milagrosa, cuja festa é celebrada neste 27 de novembro, pediu a Santa Catarina Labouré que fizesse uma Medalha igual a que ela viu no momento da aparição. Ela fez esta medalha e Deus realizou muitos milagres e alcançou muitas graças aos que a utilizam. Mas, o que indicam os símbolos que aparecem na Medalha e qual é a sua mensagem?
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1. Triunfa sobre Satanás
Na frente da Medalha Milagrosa, aparece a Virgem Maria esmagando a cabeça da serpente que está sobre o mundo: Ela, a Imaculada, tem todo poder em virtude de sua graça para triunfar sobre Satanás.
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2. Evoca o Apocalipse
As doze estrelas da cabeça de Maria e a cor de seu manto mostram a mulher vestida de sol, do Livro do Apocalipse.
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3. Raios das graças
Suas mãos estendidas, transmitindo raios de graça são sinal de sua missão de Mãe e Medianeira das graças que derrama sobre o mundo e a quem lhes peça.
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4. Sinal da Imaculada
A famosa inscrição "Oh Maria" afirma a Imaculada Conceição da Virgem, manifestada a Santa Catarina nesta aparição em 27 de novembro de 1830, muito antes do dogma ser proclamado em 1854. Do mesmo modo, indica a missão de intercessão da Mãe de Deus, a quem podemos procurar com confiança.
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5. A realeza de Maria
O globo, que representa a terra, está sob os pés da Virgem Maria, porque Ela é a rainha do céu e da Terra.
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6. Mãe do crucificado
Na parte de trás da Medalha está a letra "M", símbolo de Maria e da sua maternidade espiritual. A cruz é o mistério da redenção e sustenta a letra "Yota" do alfabeto grego ou a "I", que é um monograma do nome "Jesus". Tudo isso simboliza a Mãe de Cristo crucificado.
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7. A Igreja com os Corações Sagrados
As doze estrelas são um símbolo da Igreja que Cristo fundou nos Apóstolos. Enquanto os Sagrados Corações de Jesus e Maria se referem à devoção que os cristãos devem ter a ambos os corações.


terça-feira, 27 de novembro de 2018

NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS





Súplica:

Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).
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Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos. Amém -
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(Rezar 3 Ave Marias) - Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.
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Oração Final:
Santíssima Virgem, eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado filho a humildade, a caridade, a obediência, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, a castidade, uma santa vida e uma boa morte.
Amém.

"No dia 27 de novembro, a Igreja comemora a Festa de Nossa Senhora das Graças. Foi no ano de 1830, que Maria Santíssima apareceu a Santa Catarina Labouré. “A Senhora tinha dedos cobertos de anéis e pedrarias preciosas de indivisível beleza, dos quais desprendiam raios luminosos para todos os lados, envolvendo a Virgem de extraordinário esplendor”. Os raios eram os símbolos das graças a serem derramadas sobre as pessoas que as pedem.
Maria pediu a Catarina para cunhar uma medalha como a aparição e com os dizeres: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. E prometeu que derramaria grandes e abundantes graças às pessoas que usarem a medalha com confiança."



O TAU NA VOCAÇÃO FRANCISCANA

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

FELICIDADE - Padre Robson de Oliveira

Padre Robson de Oliveira



13 de novembro às 09:49 ·

Quantas vezes pensamos que a felicidade está nos bens materiais conquistados... Que ela está presente quando se tem tudo para si.
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Não é verdade? 
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Mas Jesus nos mostra que há mais felicidade em servir do que em ser servido. 
Ele nos desafia a irmos pelo caminho mais estreito. 
Ainda que com percalços, é o destino que leva ao conforto no Pai Eterno.
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Aprendemos que de nada vale ganharmos o mundo inteiro se nos perdermos pelos caminhos do poder, do ser e do prazer.
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Vigiemo-nos sempre e busquemos realizar o bem onde estivermos... E nosso coração terá felicidade em abundância! Confie e coloque em prática hoje!

Padre Robson de Oliveira